
sorria. um sorriso largo, demonstrava a felicidade.
sorria pras velinhas que alimentavam pombas na rua.
de repente, chorava. mas era um choro de soluçar.
não conseguia conter as lágrimas que rolavam por sua face rosada.
o nariz escorria, as mangas do casaco já ficavam molhadas de enxugar as lágrimas que não cessavam.
e num piscar de olhos, nascia de novo aquele sorriso.
a gargalhada. uma felicidade sem igual. como se as nuvens fossem embora e o dia se abrisse de novo.
mas essa felicidade nunca dura. sempre vem alguma nuvem grande, cinza e gorda pra chover em cima dela.
porque, pra entender, às vezes tudo o que a gente precisa é tempo.
ResponderExcluir"O doce nunca é tão doce, sem o amargo(...)"
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